DOMINGO DIA 03/09/2023. XXII SEMANA DO TEMPO COMUM

  LIVRETO CELEBRATIVO


DOMINGO DA XXII SEMANA DO TEMPO COMUM
03.09.2023



RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o diácono dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

VAMOS CELEBRAR

Todos reunidos na casa de Deus
Com cantos de alegria e grande louvor
Vamos celebrar os feitos do Senhor
E Sua bondade, que nunca tem fim

Todos reunidos na casa de Deus
Com cantos de alegria e grande louvor
Vamos celebrar os feitos do Senhor
E Sua bondade, que nunca tem fim

Vamos celebrar, Deus está aqui
Vamos celebrar, Deus está aqui
No meio de nós
Vamos celebrar Deus está aqui
Vamos celebrar Deus está aqui
No meio de nós
Ele está presente aqui

Quando estamos juntos, unidos a Ti
Para elevar a nossa oração
Um canto de alegria surge entre nós
Em adoração ao Seu eterno amor

Quando estamos juntos, unidos a Ti
Para elevar a nossa oração
Um canto de alegria surge entre nós
Em adoração ao Seu eterno amor

Vamos celebrar, Deus está aqui
Vamos celebrar, Deus está aqui
No meio de nós
Vamos celebrar, Deus está aqui
Vamos celebrar, Deus está aqui
No meio de nós
Ele está presente aqui

Todos reunidos na casa de Deus
Com cantos de alegria e grande louvor
Vamos celebrar os feitos do Senhor
E Sua bondade, que nunca tem fim

Quando estamos juntos, unidos a Ti
Para elevar a nossa oração
Um canto de alegria surge entre nós
Em adoração ao Teu eterno amor

Vamos celebrar, Deus está aqui
Vamos celebrar, Deus está aqui
No meio de nós
Vamos celebrar, Deus está aqui
Vamos celebrar, Deus está aqui
No meio de nós
Ele está presente aqui

Ele está presente aqui
Ele está presente aqui
Ele está presente aqui
Ele está presente aqui

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Sl 85,3-5)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Tende compaixão de mim, Senhor, clamo por vós o dia inteiro; Senhor, sois bom e clemente, cheio de misericórdia para aqueles que vos invocam

SAUDAÇÃO

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o presidente da celebração diz:
Diác.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O diácono, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Diác.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Diác.: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.

Após um momento de silêncio:
Diác.: Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Diác.: Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Diác.: Senhor, que sois a vida que renova o mundo, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Diác.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

ORAÇÃO DO DIA

Dác.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o diácono abrindo os braços reza:
Ó Deus, que unis os corações dos vossos fiéis num só desejo, dai ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Jr 20,7-9)

Leitor: Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir; foste mais forte, tiveste mais poder. Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro, todos zombam de mim. Todas as vezes que falo, levanto a voz, clamando contra a maldade e invocando calamidades; a palavra do Senhor tornou-se para mim fonte de vergonha e de chacota o dia inteiro. Disse comigo: “Não quero mais lembrar-me disso nem falar mais em nome dele”. Senti, então, dentro de mim um fogo ardente a penetrar-me o corpo todo; desfaleci, sem forças para suportar.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

Leitor: A minh’alma tem sede de vós como a terra sedenta, ó meu Deus!
Ass.: A minh’alma tem sede de vós como a terra sedenta, ó meu Deus!
— Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! Desde a aurora ansioso vos busco! A minh’alma tem sede de vós, minha carne também vos deseja, como terra sedenta e sem água!
— Venho, assim, contemplar-vos no templo, para ver vossa glória e poder. Vosso amor vale mais do que a vida: e por isso meus lábios vos louvam.
— Quero, pois, vos louvar pela vida, e elevar para vós minhas mãos! A minh’alma será saciada, como em grande banquete de festa; cantará a alegria em meus lábios, ao cantar para vós meu louvor!
— Para mim fostes sempre um socorro; de vossas asas à sombra eu exulto! Minha alma se agarra em vós; com poder vossa mão me sustenta

SEGUNDA LEITURA
(Rm 12, 1-2)

Leitor: Pela misericórdia de Deus, eu vos exorto, irmãos, a vos oferecerdes em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus: este é o vosso culto espiritual.2Não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e de julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, isto é, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito
Leitor: Palavra do senhor.
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Aleluia, aleluia, aleluia!

Quando estamos unidos, estás entre nós, e nos falarás da tua vida.
Este nosso mundo, sentido terá, se tua palavra renovar.

EVANGELHO
(Mt 16, 21-27)

O diácono o dirige-se ao ambão e diz:
Diác.: 
O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono proclama o Evangelho.
Diác.: Naquele tempo, Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!”Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”
Diác.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O diácono beija o livro, rezando em silêncio.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto o diácono coloca no altar o corporal com a ambula com as reservas eucarísticas guardadas no sacrário.

NOSSA OFERTA DE AMOR

Vidas que se ofertam neste altar
Para novas vidas gerar
Como o grão de trigo cai e morre para frutificar
Dons que se consagram neste altar
O Eterno vem o tempo tocar
Sacrifício de amor que sempre se renovará
Como no altar da cruz, o milagre da vida se fará
Hoje nossa pobreza se encontra no altar (Se encontra no altar)
Com a Tua grandeza, Senhor! (Tua grandeza, Senhor)
Nossa vida perdida no vinho e no pão
Eis a nossa oferta de amor, de amor
De amor
Vidas que se ofertam neste altar
Para novas vidas gerar
Como o grão de trigo cai e morre para frutificar
Dons que se consagram neste altar (Dons que se consagram no altar)
O Eterno vem o tempo tocar (O Eterno vem tocar)
Sacrifício de amor que sempre se renovará
Como no altar da cruz, o milagre da vida se fará
Hoje nossa pobreza se encontra no altar
Com a Tua grandeza, Senhor!
Nossa vida perdida no vinho e no pão
Eis a nossa oferta de amor
Hoje nossa pobreza se encontra no altar (Se consagra no altar)
Com a Tua grandeza, Senhor! (Tua grandeza, Senhor)
Nossa vida perdida no vinho e no pão
Eis a nossa oferta de amor, de amor
De amor, de amor
De amor

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cibório sobre o altar, o diácono diz unindo as mãos:
Diác.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
diácono abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O diácono prossegue sozinho, de braços abertos:
Diác.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O diácono une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O diácono, de braços abertos, diz em voz alta:
Diác.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O diácono une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.

diácono, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Diác.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o diácono saúda o ministro.

O diácono faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre o cibório, diz em voz alta, voltado para o povo:
Diác.: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Toma o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

Enquanto o diácono comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

VERBUM PANIS

Desde o princípio
Antes mesmo que a terra começasse a existir
O Verbo estava junto a Deus

Veio ao mundo
E pra não abandonar-nos nesta viagem
Nos deixou todo a Si mesmo como Pão

Verbum caro factum est
Panis corpus factum est
Verbum caro factum est
Panis corpus factum est

E aqui partes o Teu pão em meio a nós
Todo aquele que comer, não terá mais fome
Aqui vive Tua Igreja em torno a Ti
Onde se encontrará, a morada eterna

Verbum caro factum est
Panis corpus factum est
Verbum caro factum est
Panis corpus —

Desde o princípio
Quando o universo foi criado da escuridão
O Verbo estava junto a Deus

Veio ao mundo
Rico em misericórdia, Deus mandou o Filho Seu
Todo a Si mesmo como Pão

Verbum caro factum est
Panis corpus factum est
Verbum caro factum est
Panis corpus factum est

E aqui partes o Teu pão em meio a nós
Todo aquele que comer, não terá mais fome
Aqui vive Tua Igreja em torno a Ti
Onde se encontrará, a morada eterna

E aqui partes o Teu pão em meio a nós
Todo aquele que comer, não terá mais fome
Aqui vive Tua Igreja em torno a Ti
Onde se encontrará, a morada eterna

Verbum caro factum est
Panis corpus factum est
Verbum caro factum est
Panis corpus factum est
ANTÍFONA DE COMUNHÃO 

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
Como é grande, ó Senhor, vossa bondade, que reservastes para aqueles que vos temem!
Terminada a distribuição, o diácono se dirige ao sacrário, onde guardará novamente o cibório. 

Voltando-se para o altar, recolhe o corporal estendido e guarda-o.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Diác.: Oremos.
O diácono abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, fazei agir plenamente em nós o sacramento do vosso amor, e transformai-nos de tal modo pela vossa graça, que em tudo possamos agradar-vos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Por ocasião do Ano Vocacional Nacional e Mês Vocacional

Antes da benção final, o diácono convoca a comunidade a rezar pelas vocações:
Ass: Senhor da Messe, Pastor do Rebanho, Faz ressoar em nossos ouvidos, Teu forte e suave convite: “Vem e segue-me!”. Derrama sobre nós o Teu Espírito, Que Ele nos dê sabedoria. Para ver o caminho, E generosidade para seguir Tua voz! Senhor, que a messe não se perca Por falta de operários! Desperta nossas comunidades para a Missão! Ensina nossa vida a ser serviço! Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino Na vida consagrada e religiosa! Senhor, que o Rebanho não pereça Por falta de Pastores! Sustenta a fidelidade de nossos bispos, Padres, diáconos e ministros! Dá perseverança a nossos seminaristas! Desperta o coração de nossos jovens Para o ministério pastoral em Tua Igreja! Senhor da Messe e Pastor do Rebanho, Chama-nos para o serviço de teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, Ajuda-nos a responder: “SIM”. – Amém.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Segue-se o rito de despedida. O diácono, abrindo os braços, saúda o povo:
Diác.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Diác.: Iluminai, ó Deus de bondade, a vossa família, para que, abraçando a vossa vontade, possa viver fazendo o bem. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

Diác.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono diz ao povo, unindo as mãos:
Diác.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus!


Então o diácono beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.


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