Este Rito não pode e nem deve ser realizado dentro da Missa.
Deve-se evitar nos textos do rito tudo que pareça limitar a liberdade dos noviços ou encobrir o verdadeiro sentido do noviciado como tempo de experiência.
Este rito será celebrado na sala capitular ou noutro local adequado. Em caso de necessidade, o rito poderá ser realizado também na capela.
Celebra-se em uma Celebração da Palavra de Deus.
Pode-se começar o rito pela saudação do Presidente da Celebração ou pelo canto de um salmo, ou canto apropriado.
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O Sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o dizendo:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O Sacerdote pergunta aos postulantes o que desejam, usando estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Meu irmão, que desejais de nós?
Postulante: Desejo experimentar o modo de vida da vossa comunidade para que me ajudeis a ver se minha vocação é autêntica e eu possa ser recebido nesta família Redentorista, a fim de seguir o Cristo mais de perto.
Pres.: Deus lhe conceda a graça de conseguir o que desejais.
Ass.: Amém.
7Terminada a pergunta ou a petição, o Sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
Ó Deus, fonte da vocação religiosa, ouvi as preces deste vosso filhos, Jonas Davi Lopes Dias, que desejam unir-se à nossa família; fazei que nossa vida comum frutifique em mútuo amor. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
(2Cor 4,7-15)
Irmãos, trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós. Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos entre os maiores apuros, mas sem perder a esperança; perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados; por toda parte e sempre levamos em nós mesmos os sofrimentos mortais de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossos corpos. De fato, nós, os vivos, somos continuamente entregues à morte, por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. Assim, a morte age em nós, enquanto a vida age em vós. Mas, sustentados pelo mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: "Eu creio e, por isso, falei", nós também cremos e, por isso, falamos, certos de que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará ao seu lado, juntamente convosco. E tudo isso é por causa de vós, para que a abundância da graça em um número maior de pessoas faça crescer a ação de graças para a glória de Deus.
(Sl 125(126),1-2ab.2cd-3.4-5.6 (R. 5))
Segue-se o Aleluia.
O diácono responde:
(Mt 20,20-28)
Diác. Ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Diác. Ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. Ou Sac.: Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. Jesus perguntou: "O que tu queres?" Ela respondeu: "Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda". Jesus, então, respondeu-lhes: "Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?" Eles responderam: "Podemos". Então Jesus lhes disse: "De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é quem dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou". Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os, e disse: "Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos".
É aconselhável encerrar o rito com a Oração dos Fiéis e o Pai-nosso.
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Depois, se pode acrescentar outra oração apropriada; como por exemplo:
Pres.: Ó Deus, fonte de toda vocação, acolhei com bondade as preces do vosso filho. Que este irmão, experimentando a nossa vida, conheça a vossa vontade, e sejamos todos confirmados no vosso serviço. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
